Pedro, de onde veio?

Para ver mais uma aventura do Pedro, acompanha sua saga em Contos que nem te conto.

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De onde vêm as flores?

Existem diversos tipos de flores, dos mais diversos tipos e tamanhos. E das mais incríveis e variadas cores também. Elas estão em praticamente todos os lados embelezando a nossa vida. Mas, como foi que elas surgiram?

Tem algumas flores, aquelas que alimentam as borboletas, que nascem dos dentes que caem dos nossos vovôs e vovós. Mas essas flores são muito especiais. Há muitas outras mais além dessas e são dessas outras que eu quero falar.

Bom, você já se perguntou o que fazem as fadas? Quero dizer, além de nascer dos nossos dentes de leite, colocar “botões mágicos” para a gente rir e se alimentar de nossas risadas. Acontece que as fadas passam seu tempo ajudando bichos, pessoas e outros seres fantásticos.

Lembra as vezes em que você estava louco procurando seu dever de casa que você tinha deixado largado sobre a mesa e a Coisa no Armário foi lá e escondeu? E aí você encontrou dentro da sua mochila ou sobre a cama? Pois é, foi uma fada quem ajudou.

Elas passam toda a sua vida ajudando quem estiver com problemas, sem descansar. Mas tem um momento em que elas param. Ninguém sabe muito bem quanto tempo vivem as fadas, mas sabemos muito bem o que acontece com elas depois que deixam de ser fadas.

“Deixam de ser fadas”? Como assim? Pois é, as fadas, depois que vivem toda a sua vida ajudando os outros e ficam cansadas, não morrem. Elas se transformam. Elas viram flores.

Você já deve ter percebido que há pessoas dos mais diversos tipos, né? Altas, baixas, gordas, magras, loiras, morena etc. Bom, as mais diversas pessoas fazem as ainda mais diversas fadas, de tudo quanto é cor e formato de asas. E são essas fadas que viram essa imensidão de lindas flores que temos pelo mundo, com todas as suas formas, cheiros e cores.

Aposto como você não esperava que aquele seu dente que caiu fizesse tanta coisa legal nesse mundo, né?

Como surgiram as cores?

Nós vivemos em um mundo muito bonito e cheio de cores. Para todo lado que olhamos, há diferentes cores para admirar. Mas, de onde saíram essas cores?

Bom, tem gente que acha que foram os dragões verdes e compridos que criou as cores. Só porque o seu rabo deixa um rastro de arco-íris. Mas não é verdade, já que já existiam cores antes, quando surgiram os dragões verdes, azuis, amarelos e vermelhos. E a cauda do dragão só junta as sete cores do arco-íris, não cria cores.

Tem gente também que acha que foram as flores que criaram as cores. E que depois, o resto das coisas no mundo acharam legal e resolveram se pintar com elas. Eu gosto muito dessa idéia, já que há realmente flores de todas as cores possíveis. Mas elas também apenas juntam em si as cores que gostam – e são muito criativas nisso!

Agora, você se lembra da resposta da pergunta “Por que o céu é azul?” Pois é, o Sol pinta o céu com cores conforme o seu humor e foi assim que ele criou as cores. São todas filhas do Sol.

No início, só havia o amarelo do Sol. Era tudo amarelado: amarelo claro, amarelo escuro e amarelo médio. Mas, nesse tempo, o Sol vivia feliz e não tinha nada a reclamar. Não havia nuvens no céu e tudo o que o Sol tinha que fazer era marcar os dias e as noites.

Mas, um dia, o Sol conheceu a Lua e se apaixonou perdidamente. Em todo nascer e pôr-do-sol ele a via e ficava todo rosa, vermelhão de vergonha. Durante o dia, ele só pensava nela e isso o levava a sair colorindo o céu com as cores dos seus sentimentos.

Percebendo que aquilo tava bem legal e querendo dar um presente bonito para a Lua, o Sol criou todas as cores. Ele deu nome para todas as cores e avisou a gente aqui embaixo – gente, plantas, bichos, coisas e seres fantásticos – que nós podíamos nos pintar com elas e ficarmos bem bonitos para quando a Lua aparecesse de noite.

As flores foram as que mais se empolgaram com a idéia e são as mais bonitas. E também são o que a Lua mais gostou. Foi daí, inclusive, que nasceu a idéia de dar lindas flores coloridas de presente para a pessoa amada.

Nem precisa dizer que a Lua amou o presente, né? Eles até namoraram por um tempo! Pena que não durou muito. Mas é bom saber que a beleza das cores é devido ao amor dos dois astros.

O que é a coceira?

A coceira é algo que me intrigou por muito tempo e eu tentei decifrá-la por completo até conseguir. Ao contrário do que possa parecer, a coceira pode não ser causada por um bicho ou ser imaginário. É claro que há piolhos, pulgas, falta de banho e ervas daninha. Mas, muitas vezes, são causadas, na verdade, por defeitos.

Como assim? Pois é, defeitos. Coisas no nosso corpo que deveriam estar funcionando direitinho e que, às vezes, falham e causam coceira. É claro que depende de onde é a coceira para saber que coisa é a que está falhando. As diferentes partes do nosso corpo funcionam de formas diferentes. Por isso, aqui vai um guia para saber o que está acontecendo para você sentir coceira e o que fazer.

Tronco, braços e pernas: Você, às vezes, sente uma coceirinha debaixo do braço ou na perna que vem do nada e que passa tão rápido quanto veio? E a sua mãe diz que é porque você não toma banho há três dias? Bom, pode ser que a sua mãe tenha mesmo razão (afinal de contas, três dias sem tomar banho não é pouco) e você precise de um bom banho. Mas, se depois do banho, essas coceiras doidas continuarem, isso só pode significar uma coisa: seus botões mágicos estão com defeito.

Hein? Botões mágicos? Sim! Lembra dos botões mágicos que as fadinhas colocaram na gente quando éramos bebê? Pois é, eles podem estar com defeito e, ao invés de fazerem cócegas, estão dando coceiras.

Se este for o caso, não se preocupe: as fadinhas já devem estar sabendo do que aconteceu e provavelmente vão consertar tudo enquanto você dorme. O que você pode fazer é dar umas boas gargalhadas sempre que se lembrar. É para que as fadinhas não fiquem morrendo de fome enquanto não arrumam seus botões mágicos e enchem a pança de risos.

Costas: As coceiras nas costas são as piores. Principalmente se você não consegue alcançar a parte que está coçando. É como se a coceira ficasse te zombando até você conseguir uma forma de dar fim nela.

Bom, é claro que também pode ser pela falta daquele banho de três dias (De novo? Você, hein!). Também pode ser por conta de algum mosquito chato. E até mesmo devido a algum defeito nos botões mágicos. Mas, na verdade, na maioria das vezes a coceira nas costas é causada por uma Cuca brincalhona.

As Cucas realmente não costumam procurar crianças grandes ou adultos para brincar, mas tem vezes que elas se lembram de como era divertido quando a gente era pequenininho. Elas olham para gente e vêem aquela criança pequenininha que já fomos (tipo nossa mãe quando nossos amigos vêm na nossa casa e elas decidem mostrar os álbuns de fotos da gente bebê e peladões). Aí elas não conseguem resistir e decidem brincar de novo.

Para não assustar a gente e não termos medo, elas cutucam as nossas costas e ficam dando voltas para não as vermos. Até ela desistir, fica aquela coceira chata fora do alcance incomodando a gente.

Para conseguir que a Cuca pare, tem que dar um susto nela. Grite bem alto cada vez que sentir a coceira chata “Para, Cuca!” Depois é torcer para ela te ouvir, se assustar e ir embora.

Garganta: Quem já não sentiu uma coceira na garganta? Não digo no pescoço, que pode realmente falta de banho (Chega! Vai tomar banho de vez!) ou os botões mágicos com defeito. Eu digo na garganta, daquele tipo que a gente faz “rum-rum” para limpar.

Muita gente acha que é exatamente o tal do “bichinho do rum-rum”. Pode até ser que haja o tal do bichinho, mas eu nunca o encontrei na minha garganta. Sempre que deu coceira na garganta, quem encontrei foi um Lúcio.

Para ser mais correto, encontrei um filhote de Lúcio. Pois é, os seres imaginários também têm filhinhos. E, até eles crescerem, ainda não sabem fazer direito o que os adultos fazem.

É por isso que o filhote de Lúcio não dá soluço. Ele dá é coceira na garganta. Mas não se preocupe que é fácil de tirar um “Lucinho” da garganta: é só tomar um copo de água bem refrescante. E não precisa nem ser de cabeça para baixo, viu?

Cabeça: As coceiras na cabeça, se você perguntar para a sua mãe, ela vai dizer que é piolho, caspa ou falta de banho. Para algumas pessoas, eu até concordo (Você não, que já tomou banho, né? Muito bem!), mas muitas vezes pode ser outra coisa completamente diferente.

Eu entendo as mães acharem que é um piolho. Afinal de contas, nossas cabeças podem estar cheias de bichos mesmo, dentro e fora dela: piolhos, pulgas, nhonhos etc. Mas a verdade é que essas coceiras são causadas por outra coisa que nossas mães dizem que temos nas cabeças: caraminholas.

O que são “caraminholas”? São idéias! Mais precisamente, idéias malucas. São idéias muito loucas, criativas, fantásticas que estão presas dentro das nossas cabeças e que precisam sair. Se não saem, dão coceira.

Para fazê-las sair, só é preciso brincar. Ou ler. Ou escrever. Ou cantar. Enfim, é só deixar a sua imaginação solta. E quando a sua mãe falar para você deixar de ter caraminholas na cabeça, explique para ela que você precisa brincar, então. Senão coça.

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