Pedro Brincando de Advinhar

Pedro com seu pai passeia
E na rua a tudo observa
Como novidade nunca rareia,
a curiosidade se conserva.

Pedro, aproveitando a chance
Convida o pai para um jogo
Este, rápido no lance,
aceita, sabendo mexer com fogo.

“Pedro”, seu pai pergunta,
“é fino no meio, no alto largo
sobe marrom e verde disjunta.”
“Árvore”, diz o filho, sem retardo.”

“Pedro”, seu pai continua,
“é preto, espalhado e com curvas,
manchas brancas a descontinua.”
“Essa é fácil: a rua!”

“Pedro”, diz o pai sorrindo,
“é verde, depois amarelo e depois vermelho,
depois verde de novo, infindo.”
Pensa e responde “Sinal!”, num centelho.

Pedro, o pai diz ser
para lá de inteligente
e sugere seu filho fazer
as perguntas daqui pra frente.

Pedro começa então:
“É alto como um prédio,
rápido, forte, tem um abração
E nunca me deixa no tédio.”

Pedro, seu pai deixou perdido
“Que louca combinação de atributos!
E que pensamento mais desmedido.
Meu filho é doido absoluto.”

Pedro, mestre dos mistérios
acaba com a dúvida que ao pai corrói.
“Para com os critérios,
só mesmo meu pai, meu herói!”

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